Ser Dizimista é um ato revestido de consequências

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Torna-se dizimista é um ato revestido de consequências que alcançam toda a vida do cristão. A primeira é o enfoque novo do sentido de pertença eclesial trazido pelo compromisso concretamente assumido. A segunda é a libertação experimentada pelo dizimista em relação a toda a ganância e valorização excessiva do dinheiro. A terceira é adquirir a clara consciência de que todos os bens tem sua origem em Deus e que seu bom uso promove uma revolução nas leis aritméticas: o dizimista percebe claramente que realiza agora mais com noventa do que antes conseguia com cem. A quarta é a clareza nítida de que o Dízimo não é uma moeda de troca: dar alguma coisa para receber outra em dobro. Não! Ser dizimista é ser alguém que adquire consciência de seu papel na comunidade: é responsável, é consciente, é conseqüente, nada desperdiça, faz bom uso dos bens materiais e espirituais, sente-se parte de um corpo e coopera com o corpo todo, sabendo que o bem dos outros é o seu próprio bem. Para ele, prosperar corresponde a avançar no caminho da fé. Compreende que o real sentido da existência experimenta-se na comunhão e na partilha.    

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Fundada no ano de 1758 no Distrito de Benfica, Município de Benevides, Estado do Pará. Administração: Pe. Saul Muniz, mps

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