DOM MÁRIO DE MIRANDA VILAS-BOAS (1944-1956), 6º ARCEBISPOS DE BELÉM

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Gaúcho de Rio Grande, Dom Mário de Miranda Vilas-Boas nasceu no dia 04 de agosto de 1903. Estudou em Sergipe, terra de seus pais. Membro fundador da Academia Sergipana de Letras. Ainda muito novo, foi eleito e sagrado Bispo de Garanhuns. Sua primeira Carta Pastoral é considerado documento básico para o movimento litúrgico no Brasil. Foi Arcebispo de Belém de 05 de janeiro de 1945 a maio de 1957. Criou as paróquias de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, São Pedro e São Paulo, São Judas Tadeu, todas em Belém, e São Francisco de Assis, em Nova Timboteua, e Nossa Senhora das Graças, em Ananindeua. Promoveu a ereção das Prelazias de Macapá e Cametá. No seu governo, vieram para a Arquidiocese os Frades Franciscanos e os Padres Redentoristas, as Irmãs Dominicanas, as Irmãs do Preciosíssimo Sangue, as Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo e as Irmãs Missionárias de Nossa Senhora das Graças. Mas o seu maior feito em Belém foi a celebração do 6º Congresso Eucarístico Nacional, em 1953, no local onde hoje é a Praça Kennedy.  Foi um dos sagrantes de Dom Alberto Ramos, eleito Bispo do Amazonas. A pedido do Cardeal Arcebispo de Salvador, foi transferido para a capital baiana, como Arcebispo Coadjutor com direito à sucessão, situação à qual não se adaptou. Renunciou e foi transferido para a Arquidiocese de João Pessoa. Faleceu em Aracaju a 23 de fevereiro de 1968. Seus restos mortais foram trazidos para a Catedral de Belém, onde repousam.
Fonte: Site da Arquidiocese de Belém

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